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Currículo é meu! Faço dele o que quiser!: invenção na formação de pedagogos no ensino de matemática

João Carlos Pereira de Moraes

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Source: Crossref

Published: Oct 8, 2026

DOI: 10.22481/praxisedu.v22i53.20996

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Na perspectiva de práticas autorais e inventivas, o texto objetiva-se problematizar o que pode experienciações artístico-matemáticas de futuros pedagogos na composição de roteirizações curriculares. Para tanto, inspirado em práticas cartográficas do fazer da pesquisa, elaborou-se uma oficina-dispositivo, envolvendo elementos artístico-matemático e pressupostos do pensamento analógico. Vinte estudantes do curso de Pedagogia de uma universidade privada compuseram a participação na pesquisa. As histórias produzidas consideram roteirizações curriculares que deixam ver processos de pensar o ensino de matemática de: (1) relação Intuitivo e Analítico - compreensão que essas relações podem ser complementares; (2) Realidade-Análise-Realidade - intenções de conhecer, pensar sobre e tomar a realidade como ponto de partida, esperançando que as ações docentes retornem à realidade vivida; (3) Cíclico e espiral - compreender que a repetição aleijada de reflexão permite a falácia de progresso e o não aprofundamento de debates; (4) Rizomática - permitir que o processo de ensino se produza por uma multiplicidade de caminhos, realizada pela escolha frente a uma gama de possibilidades. Por fim, ressalta-se que a oficina-dispositivo potencializou a pluralização de histórias e problematizou práticas inventivas de processos autorais, responsivos e criativos de produzir docência.

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